
Quatro toneladas de areia e uma estrutura de ferro em formato de baleia compõem o cenário que remete a um playground, onde o espetáculo acontece. Dois velhinhos e uma louca rememoram e desenterram lembranças debaixo da terra. Ali, passado e presente se fundem e formam um terceiro tempo onde transitam crianças diante da loucura do mundo contemporâneo.
O resultado é uma mini-tragédia composta por uma sequência de cenas aparentemente independentes. Um convite à reflexão sobre a idéia compulsiva da “alegria a toda prova” e a ideologia inspirada numa suposta boa alma dos brasileiros. O espetáculo fez duas únicas apresentações no 9º Festival de Teatro de Curitiba, no Paraná.